segunda-feira, 17 de março de 2014

Menina dos Olhos de Vidro

Cláudio Souza Pinto
à Tâmyllis e Eliz
Teus glóbulos belos, permita-me fita-los?

Olhar-te face a face e me perder no enredo.

Que teus olhos não embacem para a poesia

Que teus glóbulos brilhem ao ouvir a maresia

Os ouvidos... Te conto segredos de nostalgia...

Que teus cílios anunciem uma outra estadia...

Que teus abraços aguardem com festas o novo dia...

Que teus olhos de vidro sobre mim, 

Que nunca percam a magia.

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